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Transformações em hábitos alimentares

Transformações em hábitos alimentares

Nas últimas décadas várias transformações ocorreram no hábito alimentar das populações, as quais implicaram no desenvolvimento de setores específicos da economia, trazendo vantagens competitivas para as empresas que se encontraram mais preparadas para atender a essas demandas.

Inicialmente, a maior participação feminina no mercado de trabalho, implicou no desenvolvimento do mercado de alimentos prontos ou semi prontos, que hoje é o maior segmento atitudinal do País, compreendendo 34% dos consumidores brasileiros de alimentos.
A prática de se alimentar fora de casa foi outra mudança observada. Cada vez mais pessoas adotam esse hábito e os restaurantes tipo self service ou que oferecem “comida a kilo” foram se multiplicando, principalmente nos grandes centros urbanos, onde as distâncias ou o trânsito excessivo dificultam o retorno aos lares no horário das principais refeições. A possibilidade de consumir uma refeição completa em vez de lanches ou salgados, também contribuiu para a difusão desse serviço, que, atualmente representa 1/3 do total de gastos das famílias brasileiras com alimentos, de acordo com a edição 2008/2009 da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dados do Instituto Foodservice Brasil (IFB), apontam um crescimento de mais de R$ 30 bilhões no segmento de foodservice, entre 2011 e 2014 e estimativas sugerem que ainda há um grande potencial de crescimento para esse mercado, quando comparado ao dos Estados Unidos e Europa, onde as famílias destinam de 50% a 70% respectivamente do total de gastos com alimentos.
A intensa comercialização de alimentos prontos e semi-prontos requer cuidados com a conservação e manutenção da qualidade, evitando-se riscos e prejuízos ao consumidor. Constantemente pesquisadores avaliam as condições higiênicossanitárias dos alimentos e essas informações precisam ser veiculadas a fim de que todos os envolvidos na sua produção e comercialização estejam cientes de sua responsabilidade na segurança dos alimentos e saúde dos consumidores.

A edição março/abril da Revista Higiene Alimentar publicou diversos artigos que tratam da qualidade e segurança de alimentos comercializados prontos para serem consumidos, demonstrando as implicações dos manipuladores e comerciantes, mas também o papel do próprio consumidor na segurança dos alimentos em restaurantes com autosserviço. Confira a seguir a relação desses artigos.

• BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO NO COMÉRCIO AMBULANTE DE ALIMENTOS EM CAMPUS UNIVERSITÁRIO DA GRANDE DOURADOS.
• AVALIAÇÃO E CATEGORIZAÇÃO DO RISCO SANITÁRIO DE LANCHONETES UNIVERSITÁRIAS ANTES E APÓS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS.
• RESTAURANTE COM AUTOSSERVIÇO: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR X RISCO DE CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS.
• AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE GELADOS COMESTÍVEIS EM INDÚSTRIA DE SALVADOR E LAURO DE FREITAS – BA.
• FUNGOS POTENCIALMENTE TOXIGÊNICOS EM AMOSTRAS DE AMENDOIM DISPONÍVEL PARA O CONSUMO HUMANO.
• QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO QUEIJO DE MANTEIGA COMERCIALIZADO EM SUPERMERCADOS E FEIRAS LIVRES NA CIDADE DE NATAL-RN
• QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE RICOTAS COMERCIALIZADAS NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO E NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO.
• AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE SANDUICHES NATURAIS COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE MACEIÓ - AL.
• QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS COMERCIALIZADOS POR AMBULANTES EM ESTAÇÕES DE ÔNIBUS EM PALMAS, TO.

Sílvia Panetta Nascimento
Editoria científica Higiene Alimentar

 

Matéria exclusiva dispobilizada por Higiene Alimentar

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